Mais 1,8 mil doses da Coronavac devem chegar a Mato Grosso

Para não perder o lote, o governo vai segurar metade das vacinas, a fim de garantir a aplicação da segunda dose.
Mais 1,8 mil doses da Coronavac devem chegar a Mato Grosso

O governo de Mato Grosso já adiantou 32 mil doses, pela quinta remessa do Ministério da Saúde. Além das 21 mil doses para imunização dos grupos da primeira fase, que chegam nesta quarta-feira (24), mais 11,8 mil doses do imunizante podem chegar nos próximos dias. 

Em entrevista concedida para a Rádio Vila Real, o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirmou que as 21 mil doses são do laboratório Astrazeneca e serão distribuídas integralmente. "Não vamos segurar nada no estoque", disse. Já as 11,8 mil doses da Coronavac estão garantidas, mais ainda não há previsão para chegada. Contudo, o secretário explica que a segunda dose da Coronavac tem que ser administrada com tempo curto, de 2 a 4 semanas.

Para não perder o lote, o governo vai segurar metade das vacinas, a fim de garantir a aplicação da segunda dose. 

No dia 18 de fevereiro, Mendes afirmou que negociava a compra de 1,5 milhão de doses. As negociações eram realizadas por intermédio do Ministério da Saúde, com dois laboratórios. Toda compra de vacina deve ser feita pelo Ministério da Saúde, e distribuídas no País inteiro, conforme o Plano Nacional de Imunização. 

“Não falta esforço e dedicação do Mauro Mendes, da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Fazenda para suprir os recursos necessários. Nós vamos acelerar a vacinação em Mato Grosso, interromper a circulação do vírus e desafogar os hospitais, especialmente os que tem assistência do SUS (Sistema Único de Saúde)”, afirmou Gilberto.


“As doses serão destinadas, um percentual para os profissionais da saúde, e 24% para a população entre 80 e 89 anos. O município que faz o planejamento, como Cuiabá, por exemplo, de agendamento prévio. Cada município tem a sua estratégia, eu como secretário não posso falar por 141 municípios”, explica sobre a logística.


No entanto, Gilberto não deixou de apontar o crescimento de infecções e óbitos do novo coronavírus em Mato Grosso. Segundo disse, a população já “relativizou” as mortes, e seguem descumprindo as normas de biossegurança, o que leva ao aumento de casos.


“Já caiu na rotina, como se fosse normal morrer 10, 20, 30 ou 40 pessoas por dia. Tem que ter uma preocupação maior. Os dados mostram que a situação está piorando”, critica.

Fonte Gazeta Digital

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